sexta-feira, 3 de abril de 2009

Toda a sua vida. Inteira e incompleta.
Tão cheia de coisas e tão vazia de mim.
Você tem suas visceras e eu sou toda vicissitudes.
Vivemos uma vida tão limitada a nossas possibilidades e ao que estamos dispostos a renunciar em nome destas.
Porque a sua vida é completa - desoladora e consoladoramente (!)-  independente da minha.

x_

Suas mãos se encaixam perfeitamente em volta da minha cintura.
E meus braços em volta de seu pescoço sentem-se em seu lugar.
No entanto você não pensa assim e suas mãos se abrem num abano.
E meus braços quedam-se abandonados ao longo de meu corpo.
Depois eu volto pra mim... ando um pouco, desando tampouco...
supero.

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