sábado, 4 de abril de 2009

Há uma dor que a gente sente as vezes... ela não é física, mas é quase palpável.
E essa dor é o que resta quando tudo o que importava muito se vai.
Essa dor te encontra sozinho em casa quatro sábados por mês...cinco segundas-feiras. 
E infinitos e infindáveis domingos...sem contar as tardes chuvosas e as noites de insônia.
E as palavras que a gente fala sem pensar e as coisas que escuta sem dar ouvidos, porque tudo de repente tingiu-se de indiferença. E nada do que você faça suprirá aquele vazio incomensurável como um suspiro do outro fazia.
I'll do my crying now...




but there will be better days. I believe it.

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